
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Fotos que tirei #3

quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Mais uma veiculação
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Capacidade da concentração feminina
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Dia da Consciência Negra

Pessoal, esse texto eu escrevi pra colocar no site do SINPRECE, onde trabalho. Fala sobre o dia da Consciência Negra e toda a sua história de lutas. O resultado está abaixo mas sem a parte de que fala da homenagem feita e tals. Caso alguem queira conferir o texto completo clique aqui.
Dia da Consciência Negra
No dia 20 de novembro, em todo o Brasil, é comemorado o Dia da Consciência Negra. Essa data foi escolhida em homenagem ao martírio de Zumbi dos Palmares, maior líder negro da história brasileira, símbolo da luta contra a escravidão.
Zumbi lutava por um ideal: a liberdade. A história nos conta uma infinidade de barbáries acometidas aos negros que viviam naqueles tempos difíceis. Perseguições, opressão, castigos, torturas e mortes, toda essa crueldade que os escravos sofriam eram chamados pelos brancos de castigo. Simplesmente castigo.
Zumbi morreu em combate, lutando pelo que acreditava. Foi um exemplo para todos os brasileiros, negros e brancos que hoje, cada vez mais, se unem em prol de sua ideologia. Por mais triste que pareça, ainda é possível enxergar muitos resquícios daqueles tempos de perseguição aos negros e foi preciso criar diversas leis contra o preconceito racial, fazendo com que o racismo se tornasse um crime inafiançável.
Felizmente os navios negreiros não traziam somente o sofrimento africano às nossas terras, traziam também pessoas que tinham uma história de vida, costumes e crenças. Chegava então ao Brasil a cultura africana. Essa miscigenação cultural afro-brasileira deu a nós uma das culturas mais ricas do mundo. Música, gastronomia, lutas e danças. Diversas foram as contribuições culturais do povo africano ao brasileiro.
O Dia da Consciência Negra foi instituído para que haja uma maior reflexão da sociedade ao que o negro representa ao povo brasileiro. É um momento de comemoração a todas suas conquistas e o que já sofreram (e ainda sofrem) para conquistá-las. É a hora de nos unirmos e acabar de vez com a intolerância e o preconceito.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
A bituca
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Jornalista é agredida por exercer a profissão no Ceará
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Detran em greve
Seria legal se nós, usuários, também pudéssemos entrar em greve por melhores condições de atendimento.
Feliz aniversário...Mas agora???
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
"Precoceito"??

Essa foto eu peguei na página do G1 e foi feita no muro da Uniban quando expulsaram (e agora readmitiram) a tal aluna das roupas curtas.
Mas sacanagem, o pichador nem pra escrever certo. Ainda bem que é uma faculdade particular. Não quero nem pensar o que picham em um colégio público... Ou será que dizendo isso eu também estou sendo "precoceituoso"?
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Revolução Industrial
Enfim, lá no trabalho, recebi a missão de escrever um texto que fale sobre a importância dos Sindicatos na vida dos trabalhadores de hoje. Sempre procuro em meus textos situar o amigo leitor em todo o contexto de minha narrativa, sendo o mais descritivo possível.
Decidi começar meu texto com uma crônica, simulando a vida de um trabalhador da época da revolução industrial e todos os abusos que ele sofria e não se queixava, pelo contrario, agradecia todos os dias. O resultado está abaixo.
A Revolução Sócio-industrial
Seis horas de uma fria manhã de inverno Londrino em 1780. A branca neve se misturava com a fuligem, oriunda das inúmeras chaminés, e dava um tom acinzentado à tristeza que percorria aquela cidade. Uma a uma, as fábricas soavam o seu forte apito significando mais um dia de um duro expediente.
Verdadeiros batalhões de miseráveis trabalhadores amontoavam-se próximos aos portões de entrada de suas fábricas para iniciarem mais um dia de sua pesada labuta. Sabiam sim o horário do início de expediente, mas jamais, a hora do fim. Devido às precárias condições de segurança de trabalho, muitos nem saiam.
Assim era a vida de Paul, um entre tantos outros milhares de trabalhadores ingleses da época da Revolução Industrial inglesa, época essa que alavancou a tecnologia do mundo. A partir desse momento, máquina e homem trabalhariam juntos em prol da produção, reduzindo custos e maximizando lucros. Para isso, era preciso que as máquinas funcionassem a todo vapor e elas precisavam de operadores. Como o fator humano era insignificante naquele tempo, muitos foram os abusos à classe trabalhadora com intermináveis jornadas de trabalho, salários ínfimos e péssimas condições de trabalho.
Mas não havia o que reclamar, afinal de contas, Paul estava empregado. Graças a seu emprego, poderia prorrogar um pouco mais a sua miserável vida. Chegava a trabalhar 14 horas por dia em um ambiente barulhento, quente e sem qualquer tipo de ventilação. Mas estava empregado. Mal parava em casa e nem se lembrava mais da última vez que sentou à frente da lareira junto à família. Mas estava empregado.
Engana-se, porém, quem achava que Paul era um chefe de família ausente, que não dava atenção à esposa ou que não conseguia ver seus filhos crescendo, afinal de contas, arranjou emprego para todos na mesma fábrica em que trabalhava. Nada podia deixar Paul mais orgulhoso que isso. Ele e toda sua família trabalhavam.